Fui agora até ali à porta, ao espaço “free zone” onde se pode fumar.
Cheguei, acendi o meu cigarro, observei a paisagem e a meio do meu cigarro, chegou o chefe.
Contabilizado no relógio, em 45 segundos, sacou do cigarro, acendeu-o, fumou-o naquela velocidade típica de fornalha de comboio a vapor e voltou ao seu escritório.
O meu cigarro pouco passou de meio… shame on me!

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