segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Fresco que nem uma alface


Estou fresco como uma alface. 
Fresco de um modo circunstancial, tal qual folha de alface que foi deixada à três semanas no fundo da gaveta do frigorífico. Fresco sim, mas nem por isso com um aspecto de coisa comestível.
Estava eu ainda há momentos na rua, a falar com um colega, que por sinal estava com tanta vontade de trabalhar, e comentava eu que um bom dia para sair à noite é o Domingo, ainda que depois tenha de lidar com a 2ª Feira.

A 2ª Feira só tem um defeito que é obrigar-me a sair da cama num horário para o qual, durante dois dias lhe perdi o hábito.

Porque vamos ver como as coisas são:
Cheguei fora de horas. Ainda fiquei ali pela rua na conversa com o tal colega. Ainda assim, cheguei e metade ainda cá não estava. A malta foi chegando e fomos por aqui falando no fim-de-semana desportivo. Com a graça do Senhor, a cor clubista é toda igual, não há grande discordância matinal, apenas uma constatação de factos.

Entretanto liguei o computador para escrever isto.
O meu dilema seguinte é: “Como é que vou ocupar o resto do dia?”




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